Fórum ANJB
Entrevista aos Candidatos ao CA da FPB
Entrevistas
Segunda, 31 Maio 2010 20:16

A ANJB colocou umas perguntas aos Candidatos a Líder do próximo CA da FPB no acto eleitoral de 5/6/10.

 

1         Um dos graves problemas da Arbitragem, a nível nacional e regional, é a falta de juízes. Como pensa resolvê-lo?

Rui Valente: O problema da falta de juízes não é um dos maiores problemas da arbitragem, mas sim da modalidade! Da modalidade, porque condiciona o desenvolvimento do próprio Basquetebol... A nossa lista tem uma proposta de Plano de Captação e Fidelização de Juízes, para análise, debate e contributo de todas as entidades e agentes da modalidade, proposta essa que está escrita e já divulgada antes da eleição. Este é um problema cuja responsabilidade não pode apenas ser assacada ao sector da arbitragem, pois a sua solução só resultará de um forte empenho conjunto da FPB, ENB, Director Técnico Nacional, Associações, Clubes, Desporto Escolar e ANJB, para além obviamente do CA e dos CAD's. No entanto, deve realçar-se que a formação e o acompanhamento contínuo terão de ser encarados em parte e num futuro próximo, não como uma actividade meramente amadora e de voluntariado, para que se criem responsabilidades e objectivos alcançáveis. O objectivo será sempre o de encontrar formas e mecanismos para que todos os jogos contem com a presença de juízes.

José Araújo: Um dos maiores problemas da arbitragem da nossa modalidade é, sem dúvida, a falta de juízes (árbitros e oficiais de mesa) que garantam a cobertura dos jogos nas diversas regiões do país. Com o esforço dos dirigentes, recrutam-se candidatos e realizam-se inúmeros cursos de formação, com dispêndio de recursos sem que os resultados sejam os esperados.  O diagnóstico que justifica o abandono de tantos juízes durante a sua primeira época está feito e, por isso, é necessário tomar algumas medidas que invertam a tendência de abandono da actividade.

As nossas propostas, para melhorar a captação de juízes, são as seguintes:

  • Inclusão no Plano Nacional de Formação da formação de candidatos a juízes, prevendo-se a sua revisão anual, com o objectivo da introdução de pequenos ajustes à realidade;
  • A formação dos candidatos a juízes tem que ser, obrigatoriamente, curta e sustentada numa perspectiva prática, relegando para uma segunda fase a complementaridade teórica;
  • Durante a primeira época os jovens juízes deverão ser sempre acompanhados por colegas mais experientes que farão parte da sua formação;
  • Elaboração de documento de suporte à formação de novos juízes, que tenha como objectivo a divulgação das regras do jogo e da técnica de arbitragem, numa forma mais ligeira e de fácil absorção;
  • Sensibilização dos CAD’s no sentido de que o pagamento aos juízes deve ser efectuado o mais rapidamente possível, de preferência nos recintos onde se realizam os jogos;
  • Estabelecer com o desporto escolar uma colaboração mútua que possa beneficiar ambas as partes e recrutar jovens para juízes. Uma vez mais o papel dos CAD’s será fundamental já que cada escola e região será um caso e, por isso, para além do Plano Nacional terá de haver outro por região;
  • No passado os jogos das forças militares e militarizadas também foram fonte de recrutamento. Vale a pena ver o que se passará por lá actualmente;
  • Os clubes e os jogadores também aqui terão uma palavra a dizer já que sem a sua colaboração/indicação de jovens atletas e outros já em fim de carreira e de dirigentes/pais, para possíveis árbitros jovens/oficiais de mesa (em cursos promovidos pelos CAD’s) que depois actuariam, preferencialmente, nos jogos dos escalões mais baixos sempre com a companhia de um juiz mais experiente.

António Pimentel: Trata-se de uma nova forma de encarar a realidade; Uma das partes do problema é a incapacidade de conseguir manter aqueles que se captam e a proposta de alterar o método de formação inicial nomeadamente apostando numa forte acção inicial, apelativa e envolvente poderá ser a solução; Não devemos esquecer o afastar de quadros dos escalões nacionais por terem passado a ser parceiros irrelevantes, factor que se constata no seu sacrifício mercê de meros critérios de corte de custos. Os juízes nacionais devem ser as referências nas suas regiões e o principal elo de ligação mas para isso é fundamental virar a agulha e dar-lhes a importância que, para nós, têm. Finalmente a captação inicial e aqui apresentamos inúmeras propostas de envolvimento protocolar com instituições como o INATEL, Desporto Escolar, A.N.Jogadores, Forças militares e paramilitares, passando mesmo por acções de marketing no sentido de reunir todos para o recrutamento; A própria participação do Clubes através da figura dos “amigos” vai por um lado obstar aos jogos sem juízes, e por outro, envolver todos nesta acção de captação. O que entendemos é que o momento é o de, mais que dizer, é FAZER, porque adiar é consolidar o problema.

 

2         Os juízes estão preocupados com o atraso sistemático dos pagamentos. Quais são as propostas do futuro Presidente do CA para a sua resolução?

 

RV: O atraso dos pagamentos é uma triste realidade, não apenas de agora, mas mais recente e fortemente condicionada pela grave crise financeira que se atravessa a nível global, facto de que não nos podemos obviamente alhear... À FPB compete obter receitas em tempo oportuno, seja dos Clubes ou do IDP, ou ainda recorrer a algum tipo de engenharia financeira, mas os condicionalismos reais muitas vezes não permitem pura e simplesmente a concretização do objectivo. Essa é a experiência de quem conhece a realidade do dia-a-dia e quem, neste momento, prometer seja o que for estará a fazê-lo sem verdadeiro conhecimento de causa e a "vender" algo que não terá por si próprio meios para resolver... Ao CA, com o auxílio da ANJB, competirá reforçar sistematicamente a ideia, junto dos responsáveis federativos, de que os juízes não podem ser subsidiários da modalidade e de que devem ser ressarcidos a tempo e horas do retorno do serviço que prestam.

 

JA: Apesar de não ser da competência do CA a resolução do atraso sistemático dos pagamentos aos juízes, estamos muito preocupados. Eu, pessoalmente, não gostaria de ser “ um general cujas tropas estão sempre descontentes”. A implementação da autonomia Financeira da Arbitragem evitará que as verbas destinadas aos juízes sejam desviadas para outros objectivos, resolvendo-se assim parte do problema dos atrasos sistemáticos. Por outro lado há que rever a forma como os clubes contribuem para a liquidação dos prémios e deslocações dos juízes. Não nos desagrada propor que o pagamento se efectue através do Comissário (quando existir) ou, através de acordo entre Clubes/FPB/ANJB/CA, para as competições nacionais, no próprio local dos jogos como, aliás, já se passa na maioria das competições regionais. Os juízes não podem continuar a ser a fonte de financiamento das diversas competições e sabe-se lá mais de quê, quando os clubes já adiantaram as verbas para liquidar os respectivos prémios dos juízes e as despesas de deslocação. Percebemos a dificuldade económica que o País atravessa mas há sempre uma solução mais justa que a actual. Aproveitamos, ainda, a oportunidade para referir que a problemática da Fiscalidade, essencialmente no que diz respeito aos juízes regionais, também faz parte do rol das nossas preocupações, já que é também um dos motivos do abandono da actividade.

AP: Num momento de crise global importa concertar no sentido de assumir medidas que correspondam e assegurem que os pagamentos são feitos atempadamente sem penalizar os contribuintes, os clubes. Tendo presente que se pretende qualidade, importa elencar aquilo que os Clubes estão dispostos a contribuir para essa qualidade; O Basquetebol tem que assumir que o CA pode procurar sponsors nas áreas da formação no sentido da qualidade mas os clubes devem suportar, nos seus jogos, essa qualidade. Deverá ser apreciado esse contributo, procurarem-se meios extraordinários no sentido de se poder retribuir adequadamente sem onerar apenas um dos lados, mas isso exige mais que gestos de boa vontade, exige envolvimento sério, colaboração e travar estes atrasos porque os juízes não merecem ser os últimos da escala de prioridades quando sempre estiveram e estão dispostos a intervir nas competições.

3         Que valor acrescentado tem para a Arbitragem a sua candidatura a Presidente do CA?

RV: A grande experiência na matéria, absolutamente indispensável para liderar um sector tão complexo e diversificado... Este é um processo que não se compadece, nem com a inexperiência, nem com a experiência acomodada... O nosso mandato de 4 anos foi interrompido a menos de metade, por isso é perfeitamente legítimo que tenhamos a possibilidade de prosseguir alguns projectos iniciados e de concretizar outros preparados para próximo desenvolvimento, demonstrando então a nossa potencialidade. Como pode alguém ser julgado por ano e meio de trabalho, quando se pretendeu romper com uma forma de pensar e de agir com diminuta vontade de mudança, tanta oportunidade que teve. Há que apostar na juventude, naturalmente apoiada na indispensável experiência que esteja disponível para trabalhar e, assim, colher os devidos frutos... Pensar no presente não chega, pois o dia de hoje amanhã será passado, por isso há que proceder a reformas que se revelam urgentes, valorizando a competência e a disponibilidade... Apresentamos aos delegados um programa claramente virado para o futuro, mas real, exequível,  pretendendo contar com todas as valências que queiram colaborar em prol da modalidade, mas não se espere que estejamos disponíveis para lançar slogans ou promessas que não passem de "castelos no ar", pois carecem de apoio não garantido à partida a qualquer candidatura, pois não se conhece de antemão qual a estrutura federativa com que se irá trabalhar e qual o relacionamento com a mesma. É muito fácil apresentar soluções que são populistas para os juízes, mas que decididamente não defendem os interesses globais da modalidade, assim como prometer aquilo com que todos concordaremos em tese, mas que na prática não poderá concretizar-se, pois não existem as indispensáveis condições. Nós nunca iremos por aí, falamos do que conhecemos e só nos responsabilizamos por aquilo que sabemos ser exequível e nada mais do que isso, pois de outra forma estaríamos a ludibriar os juízes.

JA: A nossa candidatura (minha e dos restantes elementos que constituem a equipa) é uma candidatura refrescante, com gente muito disponível para por em prática um conjunto de novas ideias que desenvolvam as capacidades dos juízes no seu todo em todas as regiões do Pais. Apesar de independentes de quaisquer poderes temos consciência de que não conseguiremos concretizar o nosso projecto sem a colaboração de todos, com diálogo com os nossos parceiros da modalidade a quem vamos procurar servir o melhor possível. Estamos disponíveis para trabalhar em conjunto com os futuros dirigentes federativos, com os representantes das diversas Associações Distritais, Associação de Jogadores e Treinadores e, obviamente, com a Associação da classe (ANJB). A primeira grande vantagem da nossa candidatura é de que pela primeira vez há opção... e esta hipótese de opção provocou logo a aparição de uma terceira candidatura isolada e desenquadrada dum projecto global para a Modalidade. Será que os juízes podem viver, sobreviver, desenvolverem-se e evoluir sem estarem coordenados com os Jogadores? Treinadores? Dirigentes federativos? Duvidamos muito. A segunda vantagem para os juízes é que, pela primeira vez, os candidatos das duas restantes listas (já com muito anos de dirigismo directo e indirecto da arbitragem nacional, já que foram, na sua grande maioria, quem esteve à frente da mesma na última década…) apresentam um plano de ideias e trabalho a levar à prática... algo que me lembre nunca haviam feito até hoje. Por sinal, várias ideias promissoras e positivas mas que, com mandatos maioritários/plenos nunca foram capazes de as concretizar. E da teoria à prática vai uma grande diferença, como todos sabemos. Na verdade, pensamos que os outros concorrentes já mostraram do que são capazes de fazer pela modalidade em geral e pela arbitragem em particular. Alguns com vários anos de actividade, outros com menos, mas o suficiente para que fossem evidenciados os seus defeitos, as suas virtudes, a sua forma de estar no meio basquetebolístico e de gerir a arbitragem nacional. A nós ainda não nos conhecem como dirigentes, mas conhecem-nos como homens e ex-juízes. Sabem do nosso carácter como homens e juízes, da capacidade de fazermos coisas quando estamos envolvidos nelas presencialmente e a 100% e não só à distância. Pensamos que já demos prova de competência, envolvência, trabalho, seriedade, diálogo e, sobretudo, MUITA INDEPENDÊNCIA a grupos de pressão! Estamos na modalidade há mais de 35 anos e as pessoas conhecem-nos muito bem! Em terceiro lugar vimos do Porto, de Aveiro, de Lisboa, de Setúbal, do Algarve e dos Açores. Só não vimos de mais locais porque só podemos ser 7 mais 2 e a sede da FPB está localizada em Lisboa. Em quarto lugar recuperámos pessoas afastadas da modalidade há muito tempo e que, face ao seu passado, merecem voltar e ser levadas em conta já que vão trazer diversidade e novas ideias na abordagem de questões delicadas. Finalmente, e não menos valoroso, há o programa que temos vindo a divulgar com calma, detalhada e sequencialmente a todos os interessados pelas mais diversas vias e que abrange todas as áreas intervenientes da modalidade... Juízes, CAD’s, Clubes, Jogadores, Dirigentes e Associações de Classe. Seria interessante a ANJB divulgar o programa das três listas agora que já é público e que até os comparasse...era, certamente, uma mais-valia para todos os juízes vossos associados. Para aqueles que ao longo dos últimos largos anos se vêm queixando destes e dos outros, pensamos ser esta a ALTERNATIVA. Sejam também essas pessoas corajosas como nós ao avançarmos e darmos uma ALTERNATIVA NOVA, insisto, a todos.

AP: Os delegados à AG da FPB é que o poderão dizer; Aquilo que podemos afirmar, com convicção e determinação, é que reunimos algumas propostas inovadoras, ousadas mas fundamentadas quer nos seus resultados óbvios, quer naquilo que sentimos do sentir dos próprios juízes. Reunimos uma equipa extraordinária, com uma predisposição fantástica para desenvolver os passos necessários para voltar a dar alegria e motivação aos juízes, afinal proporcionar um novo acreditar em valores que sempre os distinguiu como juízes.

4         A arbitragem reclama há muito a autonomia Técnica e Financeira. Se for eleito como pensa alcançá-las?

RV: Autonomia técnica existe... Nessa matéria não se verificam grandes razões de queixa e a prova desse facto está na constação de estarmos na primeira linha do conhecimento da arbitragem moderna, pelo que não se estranham os êxitos internacionais dos nossos árbitros, com especial destaque para as duas últimas épocas, desde que nos encontramos à frente dos destinos do CA, e a participação em inúmeros eventos da FIBA Europa. Sabemos o que fazemos e como fazemos e em nada ficamos atrás dos exemplos de alguns países de Basquetebol mais evoluído e com outras condições financeiras. Não precisamos de copiar quaisquer modelos, porque o nosso é um dos mais reconhecidos na Europa. Agora,  um objectivo prioritário da próxima época será a publicação do novo Livro de Regras Oficiais. No que diz respeito à autonomia financeira, ela só será possível com a execução de um orçamento credível para as competições, para a formação e para outras despesas afins, orçamento que seja real e ganha a confiança dos dirigentes federativos que terão de o validar. No entanto, a experiência que detemos mostra-nos que a realidade financeira é curta e a "manta" não irá aumentar, pelo que novos projectos terão sempre de resultar de uma rentabilização de custos ou de cortes porventura indesejáveis. Não basta falar em autonomia financeira como um objectivo desejável, pois nisso todos concordaremos, temos é de ter a experiência suficiente para compreendermos toda a envolvência inerente e as consequências da mesma, o que nos tempos que correm implicaria, das duas uma, a tomada de medidas que desfavoreceriam comissários e juízes ou a falha de promessas que, sendo feitas, não se concretizariam por muito politicamente correctas. Os tempos são de prudência, com competência, mas sem aventureirismos.

JA: A Autonomia Técnica e Financeira são dois dos pilares de bom funcionamento do CA da FPB.

Já o dissemos antes aqui e no nosso Programa. Mas, antes gostava de referir que a primeira grande conquista da Arbitragem se encontra na constituição da nossa equipa. Depois do amável convite para liderar a única lista completa --- em alternativa à actual --- para gerir a modalidade no futuro, tive a autonomia completa, sem limitações de nomes e de regiões para a completar a mesma. Sem cortes de nomes nem imposições de outros. Mais, todo o programa foi elaborado por nós e tem o acordo do elenco directivo candidato. Uma coisa é dialogar com todos, entender as suas dificuldades apresentarem ideias e sugestões, outra é fechar um programa e depois levá-lo à prática. E já dissemos que sem diálogo e envolvência de TODOS nada se conseguirá. E vamos consegui-lo se acreditarem em nós. A Autonomia Técnica é conferida pela própria lei ao definir como competências do CA, coordenar e administrar a actividade da arbitragem, estabelecer os parâmetros de formação dos árbitros e proceder à classificação técnica destes. A Autonomia Financeira é decorrente da Autonomia Técnica e deverá ser baseada em orçamento próprio onde serão inscritas as verbas necessárias que permitam que o CA, e toda a estrutura da arbitragem, possa funcionar autonomamente. Temos a garantia que assim será. Um abraço, votem bem e felicidades aos restantes competidores, na luta por uma melhor modalidade e sobretudo por MAIS E MELHORES JUÍZES.

AP: Autonomia técnica não é reclamada porque está estatuída o que não significa sermos autistas mas antes estabelecermos parcerias mais que ocasionais com os outros intervenientes, caso dos treinadores e jogadores. Aqui importa realçar ser a formação o nosso desígnio pelo que envolver todos os restantes parceiros é pedra de toque. Já no plano financeiro, não existe autonomia mas é importante que isso não representa de momento qualquer limitação uma vez que qualquer gestão deve orientar-se para objectivos e mediante orçamentos. Uma vez perante estes orçamentos, será sempre importante, se se tornar necessário, ir mais além e procurar alternativas complementares para a viabilização cabal das propostas apresentadas.  

 

 

 

 

 

 

 

   
       

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