Topicos da proposta da FPB apresentados nas reuniões com os juizes
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Domingo, 07 Agosto 2011 22:38

Texto apresentado na reunião com os juízes:

 

Como sabem, estão a decorrer simultaneamente 2 reuniões – em Lisboa e Aveiro – simultaneamente, de forma a reduzir os custos de deslocação e tentar garantir uma alargada participação dos juízes – sócios e não-sócios da ANJB.

 

O objectivo desta reunião é dar conta da situação actual da FPB e as suas propostas para a época 2011/12, conforme nos foram comunicadas na reunião do passado dia 19 de Julho em Lisboa, e aquilo que afecta – ou afectará – a arbitragem.

Em 1º lugar, fomos alertados para a actual situação financeira da FPB:
-Em 2010, os resultados foram negativos.
-Em 2011, prevê-se novo exercício com prejuízo.
-Caso a FPB apresente, pelo 3º ano consecutivo, um resultado negativo, perde o estatuto de -Este ano as contribuições do Estado foram reduzidas em 15%, totalizando cerca de 415.000 euros de “corte”.
-O Estado não transfere verbas para a FPB desde Março de 2011.
-À data, estavam por publicar os protocolos com o extinto IDP, entretanto publicados a 25 de Julho.

 

Em seguida, foram apresentadas medidas a implementar para aumento de receitas – taxas de inscrição revistas e globais para todos os clubes e todas as competições seniores – e contenção de custos, com a redução de encargos em salários e honorários para os vários agentes envolvidos na FPB – treinadores das selecções e organização de competições, como o Compal Air – e eventualmente a desistência de participação de algumas selecções nacionais de formação em competições internacionais.

 

Quanto aos juízes, a FPB apresentou as seguintes medidas de redução de custos:
-Obrigatoriedade de realização de todos os jogos nacionais de Sub-14, com ou sem juízes.
-Os jogos nacionais até Sub-18 Masculino e Sub-19 Feminino serão realizados, no mínimo, com um árbitro e 2 oficiais de mesa.

  • Isto quer dizer que a escassez de juízes não é razão para não se realizarem jogos, obrigando à sua recalendarização, que a FPB entende representar um custo administrativo para a sua estrutura e um custo de deslocações para clubes que, por vezes, não realizam os jogos.

-Nenhum jogo nacional será realizado com mais de 3 oficiais de mesa.
-Todos os jogos da Proliga e da Liga Feminina realizar-se-ão sem Comissários.
-Os Comissários estarão presentes apenas nos jogos da LPB e/ou jogos que participem equipas da LPB, bem como os jogos da Final 4 da Liga Feminina.
-Será exigida aos juízes uma taxa de inscrição anual, de acordo com a sua categoria:

  • o Comissários e Árbitros Nacionais de 1ª Categoria: 50,00 €
  • o Árbitros Nacionais de 2ª Categoria: 30,00 €
  • o Árbitros Regionais: 10,00 €
  • o Oficiais de Mesa Nacionais: 15,00 €
  • o Oficiais de Mesa Regionais: 10,00 €
  • o Árbitros e Oficiais de Mesa Estagiários e Jovens ficam isentos de taxa de inscrição

-O policiamento deixará de ser obrigatório na maior parte das provas nacionais, ficando restrito a algumas competições – em princípio em todos os jogos da LPB, Proliga, Play-Off da Liga Feminina, 1/16 da Taça de Portugal e Final da CNB1 – e em jogos de risco com equipas com as quais ocorreram desacatos anteriores. Em sua substituição, será obrigatória a nomeação e apresentação antes do jogo aos árbitros a figura do “Delegado ao Jogo”
.


Antes da reunião, a ANJB solicitou dados relativos aos custos das competições nacionais – prémio de jogo, deslocações e extras, devidamente categorizados entre árbitros, comissários e oficiais de mesa – o que apenas nos foi fornecido durante a reunião.

 

Há dados importantes a reter:
-Na LPB foram realizados 159 jogos, que resultaram num custo total aproximado de 165.000€, o que dá um custo médio de 1.041 € por jogo, ou seja, 575 € de prémios de jogos e 466€ para deslocações e extras (67 € por juiz). A redução para 3 oficiais de mesa resulta numa redução de 8.450 € e, para além disto, o objectivo da FPB é que o custo total da arbitragem na LPB seja de 135.000 € (que corresponde a uma redução de 18%), ou seja, 850€ por jogo, 535 € para prémios de jogo e 315 € para deslocações e extras (53 € por juiz).
-Na Proliga foram realizados 158 jogos, que resultaram num custo total aproximado de 94.000€, o que dá um custo médio de 595 € por jogo, ou seja, 310 € de prémios de jogos e 285 € para deslocações e extras (48 € por juiz). A dispensa do comissário resulta numa redução de 12.000 € e, para além disto, o objectivo da FPB é que o custo total da arbitragem na Proliga seja de 70.000 € (que corresponde a uma redução de 26%), ou seja, 443 € por jogo, 275 € para prémios de jogo e 168 € para deslocações e extras (34 € por juiz).
-Na CNB1 foram realizados 276 jogos, que resultaram num custo total aproximado de 79.000
€, o que dá um custo médio de 285 € por jogo, ou seja, 120 € de prémios de jogos e 165 € para deslocações e extras (33 € por juiz). O objectivo da FPB é que o custo total da arbitragem na CNB1 seja de 67.000 € (que corresponde a uma redução de 15%), ou seja, 243 € por jogo, 120 € para prémios de jogo e 123 € para deslocações e extras (25 € por juiz).
-Na CNB2 foram realizados 409 jogos, que resultaram num custo total aproximado de 80.000€, o que dá um custo médio de 187 € por jogo, ou seja, 97 € de prémios de jogos e 90 € para deslocações e extras (18 € por juiz). O objectivo da FPB é que o custo total da arbitragem na CNB2 seja de 68.000 € (que corresponde a uma redução de 15%), ou seja, 166€ por jogo, 97 € para prémios de jogo e 69 € para deslocações e extras (14 € por juiz).
-Na Liga Feminina foram realizados 127 jogos, que resultou num custo total aproximado de 39.000 €, o que dá um custo médio de 306 € por jogo, ou seja, 120 € de prémios de jogos e 186 € para deslocações e extras (37 € por juiz). O objectivo da FPB é que o custo total da arbitragem na Liga Feminina seja de 33.000 € (que corresponde a uma redução de 15%), ou seja, 260 € por jogo, 120 € para prémios de jogo e 140 € para deslocações e extras (28 € por juiz).
-Na 1ª Divisão Feminina foram realizados 148 jogos, que resultaram num custo total aproximado de 19.000 €, o que dá um custo médio de 126 € por jogo, ou seja, 74 € de prémios de jogos e 52 € para deslocações e extras (11 € por juiz). O objectivo da FPB é que o custo total da arbitragem na 1ª Divisão Feminina seja de 15.850 € (que corresponde a uma redução de 16%), ou seja, 107 € por jogo, 74 € para prémios de jogo e 33 € para deslocações e extras (7 € por juiz).
-Na 2ª Divisão Feminina foram realizados 343 jogos, que resultaram num custo total aproximado de 35.000 €, o que dá um custo médio de 103 € por jogo, ou seja, 61 € de prémios de jogos e 42 € para deslocações e extras (8 € por juiz). O objectivo da FPB é que o custo total da arbitragem na 1ª Divisão Feminina seja de 30.000 € (que corresponde a uma redução de 14%), ou seja, 88 € por jogo, 61 € para prémios de jogo e 27 € para deslocações e extras (5 € por juiz).
-Nas competições nacionais dos escalões de formação, a FPB aponta para uma redução global de 10%.

Foram providenciados outros valores relativos à evolução dos custos de arbitragem, dos quais, após uma análise cuidada, há a reter alguns dados:
-Desde a época de 2006/2007 até 2010/2011 e sem LPB, a evolução dos custos totais de arbitragem foram de +6,5%, -11%, +8,6% e -9%.
-Desde a época 2008/2009 até 2010/2011 e com LPB, a evolução dos custos totais de arbitragem foram de +1,3% e -7,5%.
-A redução global que a FPB pretende para os custos de arbitragem ultrapassa os 20%, o que significa uma redução de 25% em relação à época 2008/2009.

 

A Direcção da ANJB reservou pronunciar-se sobre estas propostas depois de ouvir os juízes – e é para isto que aqui estamos.

 

Vamos tentar tirar notas sobre todas as opiniões aqui produzidas mas solicitamos a todos que, individual ou colectivamente, pretendam apresentar propostas, que o façam para Este endereço de e-mail está protegido de spam bots, pelo que necessita do Javascript ativado para o visualizar .

 

Vamos analisá-las em reunião de Direcção e, com a maior brevidade possível, marcar uma reunião com a Direcção da FPB para apresentar a nossa proposta final
 

 

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